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Mostrando postagens com o rótulo Extrema Direita

A Intentona Bolsonaresca | com Jacqueline Sinhoretto & Rubens Glezer | 160

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O 8 de Janeiro de 2022 ficará marcado como o dia em que a base bolsonarista tentou um golpe de Estado, motivada pelas teorias da conspiração de seu líder. Milhares de pessoas invadiram e depredaram as sedes dos três poderes, destruindo o patrimônio físico, artístico e histórico. Tentaram também destruir a democracia, mas fracassaram nesse intento.   A reação institucional foi forte e rápida. O presidente Lula decretou a intervenção federal na segurança do Distrito Federal, depois confirmada pelo Congresso. O STF afastou o governador do DF por 90 dias. Depois, foi decretada a prisão do comandante da Polícia Militar do DF no dia da tentativa de golpe, assim como do então secretário de Segurança Pública, o bolsonarista Anderson Torres. O que explica o episódio? Como chegamos a esse ponto? Qual a responsabilidade das forças policiais? E como se pode analisar a atuação do Supremo Tribunal Federal nesse episódio? Para entender essas questões , este #ForadaPolíticaNãoháSalvação

O governo em construção | com Maria Rita Loureiro | 158

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À medida que dezembro avança, o governo eleito de Luís Inácio Lula da Silva ganha contornos mais definidos, com a definição de alguns ministros e mesmo de membros do segundo escalão.   Contudo, o caráter de frente ampla, que marcou a campanha eleitoral, não se revelou com a mesma nitidez na formação do ministério em seus passos iniciais. Lula definiu o núcleo central do governo com indicações para a Fazenda, Casa Civil, Justiça, Defesa e Relações Exteriores. Também vazou o nome da indicada para o Ministério da Cultura. Mas e o resto?   Em paralelo a esse processo, o governo eleito negocia com o Congresso já em final de mandato a aprovação de uma importante medida para assegurar seu funcionamento: a PEC da Transição. Tudo indica que a negociação da PEC afeta as decisões relativas ao ministério e posterga decisões importantes, como o lugar de Simone Tebet no novo governo e o quinhão de partidos aliados. Para entender esse proceso, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe

Futebol e Política | com José Paulo Florenzano | 157

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Em tempos de Copa do Mundo, muitos assuntos acabam sendo relacionados a ela e ao futebol – um deles, a política.   E há razões de sobra para isso. Jogadores, técnicos, dirigentes, jornalistas e outras pessoas ligadas ao mundo do futebol se posicionam politicamente. Grandes eventos esportivos, como Olimpíadas e Copas, são instrumentalizados politicamente por governos, sejam democráticos, como Brasil 2014 e 2016 (neste caso, Olimpíada) ou autoritários, como China 2010, Rússia 2018 e Catar 2022.   No Brasil, particularmente, há uma longa história de entrelaçamento entre esportes e política, especialmente no caso do futebol: a Copa de 1970, a Democracia Corinthiana, as Diretas Já. Mas há mais do que isso. Que papel têm os grandes atletas em seus posicionamentos políticos? Como avaliar, por exemplo, Pelé, Sócrates, Reinaldo ou Zico. E Neymar? Para discutir tais temas , este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o antropólogo José Paulo Florenzano, professor da PUC-SP e estudios

Tá todo mundo louco? | com Sérgio Freire | 156

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Após a vitória de Lula no segundo turno das eleições presidenciais, grupos de Bolsonaristas rumaram para estradas e portas de quartéis, questionando o resultado das urnas e demandando um golpe de Estado que impedisse o presidente eleito de tomar posse.   Além da pauta golpista desses grupos, o fenômeno chamou a atenção por conta das muitas bizarrices que proporcionou: indivíduo que se agarra a um caminhão, pessoas clamando pelo socorro de extraterrestres, orações num "muro das lamentações", hino cantado para um pneu de trator, choro e ranger de dentes. O que explica tais comportamentos? Seria um surto coletivo? Teria o bolsonarismo se tornado uma seita que mobiliza hordas de fanáticos? Essas pessoas não temem o ridículo? Procurando entender esse fenômeno, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Sérgio Freire, linguista e psicólogo clínico, professor da Universidade Federal do Amazonas, onde integra o LAPCRI (Laboratório de Psicanálise e Criação) e dirige a ed

O Letramento Fascista | com Michel Gherman & Fabio Gentile | 154

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Após a derrota de Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial, manifestações golpistas tomaram ruas, estradas e outros espaços públicos, contestando o resultado das urnas com base em teorias conspiratórias e fake news. Em algumas delas, como em São Miguel do Oeste, Santa Catarina, os ataques bolsonaristas à democracia se fizeram acompanhar de demonstrações nitidamente fascistas, lançando mão de símbolos do nazifascismo, como o "sieg heil". O que explica não só essas expressões neofascistas recentes, desdobradas do bolsonarismo, mas também o crescimento desse tipo de movimentação no Brasil desde que Jair Bolsonaro ascendeu ao poder? Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois especialistas no tema . Um é Michel Gherman, sociólogo, professor da UFRJ, onde é também pesquisador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos, além de membro do Observatório da Extrema Direita (OED). O outro é Fábio Gentile, cientista políti