Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Pesquisas Eleitorais

O primeiro turno na reta final | com Lara Mesquita & Rafael Cortez | 146

Imagem
As eleições de 2022 se aproximam de um momento decisivo, entrando na  última semana de campanha antes do primeiro turno. Todas as atenções se voltam à disputa presidencial, pois diversas  pesquisas apontam a possibilidade de Lula vencer ainda no primeiro  turno.  A possibilidade aumenta com novos apoios ao ex-presidente vindo até de  opositores outrora ferrenhos, como Miguel Reale Jr., autor do pedido de  impeachment de Dilma Rousseff.  Reiteradas ameaças à democracia perpetradas por Jair Bolsonaro,  inconformado com uma provável derrota, alarmam setores políticos e  sociais, dentro e fora do Brasil.  O que se pode esperar dessa disputa que se avizinha? E as demais  eleições, para o Congresso e governos estaduais, que se pode esperar  delas?  Para discutir esses temas este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois cientistas políticos, especialistas em questões eleitorais.  Uma é Lara Mesquita , professora da FGV EESP, pesquisadora do FGV CEPESP e do CEBRAP.  Outro é Ra

Política na Veia | 01 | É Jair ou já era?

Imagem
O POLÍTICA NA VEIA é um novo programa semanal no YouTube com a  participação do redator-chefe da CartaCapital, Sergio Lirio, do  cientista político Cláudio Couto, do #ForadaPolíticaNãoháSalvação, e do  jornalista Luis Nassif, do GGN.  Neste primeiro episódio, são discutidos os preparativos para as  manifestações do dia 7 de Setembro em todo o país. O que Jair Bolsonaro -  e o bolsonarismo - espera dos atos? Por que o ex-capitão, no início da  campanha, convocou seus seguidores a tomar as ruas "pela última vez"? O  campo progressista deve preparar uma manifestação em resposta às ameaças golpistas?   Também: Os resultados das últimas pesquisas IPEC, FSB e  Ipespe e o crescimento da terceira via com Simone Tebet e Ciro Gomes. E  ainda: Os imóveis da família Bolsonaro, o ataque contra Cristina  Kirchner na Argentina e o referendo constitucional no Chile.  O programa Política na Veia é transmitido simultaneamente por  CartaCapital, pela TV GGN e pelo canal Fora da Polí

O cenário eleitoral ainda muda? | com Antonio Lavareda | 138

Imagem
Seguidas pesquisas eleitorais têm mostrado uma grande estabilidade no cenário das eleições presidenciais, sobretudo quando se consideram as projeções de segundo turno. Quase nada muda. Mesmo se considerando o primeiro turno, em que Bolsonaro apresentou algum crescimento, apenas ele e Lula figuram como candidatos competitivos, indicando que a disputa efetiva será entre ambos. Os candidatos de "terceira via" não crescem. Mas será que está mesmo tudo definido, ao menos no que diz respeito ao primeiro e ao segundo lugar? Ou será que ainda são possíveis reviravoltas na disputa presidencial? Bom lembrar também que nos estados os cenários ainda são bem distintos, com disputas mais abertas, apesar do favoritismo dos governadores que disputam a reeleição. Também os congressistas governistas levam vantagem, beneficiados pelo orçamento secreto. Para discutir tais temas e entender melhor as pesquisas eleitorais, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebeu o sociólogo e cient

O Estado de Espírito do Eleitorado | 130 | Com Nara Pavão & Silvana Krause

Imagem
As eleições de 2022 apresentam dois cenários distintos nos planos nacional e estadual. Nacionalmente se consolida a bipolarização entre Lula e Bolsonaro, com pouquíssimo espaço para outros concorrentes, mas nos estados a disputa ainda está em aberto. O que explica tal quadro? O que poderia mudá-lo?   O sistema partidário brasileiro tem passado por significativas transformações, ainda que a hiperfragmentação permaneça. Se, por um lado, o PT segue como um polo organizador da disputa nacional – devido ao petismo e ao antipetismo –, nenhum outro partido consegue desempenhar papel similar. O PSDB, que por duas décadas polarizou com o PT nas disputas presidenciais, com desdobramentos em alguns estados, desmilinguiu. Seu candidato presidencial, João Dória, não sobreviveu à impopularidade e ao boicote dentro de seu próprio partido, que segue conflagrado. O bolsonarismo, porém, que logrou (com sucesso eleitoral) substituir o PSDB na polarização com o PT em 2018, não tem ancoragem

As eleições e os arranjos regionais | com Carlos Souza & João Paulo Viana | 127

Imagem
Enquanto as pesquisas de intenção de voto indicam uma grande estabilidade na disputa presidencial, com a bipolarização entre Lula e Bolsonaro se solidificando, os candidatos buscam construir alianças nos Estados. Tanto os presidenciáveis querem reforçar sua posição em nível regional, como os candidatos a governador e ao Congresso querem se beneficiar do alinhamento com candidatos presidenciais fortes.   O que se pode dizer sobre esse processo? Qual o sentido das alianças tentadas, mas nem sempre concretizadas? Com um olhar no nacional e outro no regional, em especial para a região Norte do país, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois convidados, ambos cientistas políticos. Um é Carlos Souza , professor da Universidade Federal do Pará (UFPA) e pesquisador da área de partidos e eleições. O outro é João Paulo Viana , professor da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), que também trabalha com esse tema. Ambos são pesquisadores do LEGAL, o Laboratório de Estudos Geopolít

As eleições depois da janela | Com Julian Borba & Sérgio Braga | 122

Imagem
Após muitas trocas de partidos, com congressistas, deputados estaduais e outros políticos mudando suas filiações, as eleições de 2022 ganham contornos mais definidos nos níveis nacional e estadual. As agremiações da base do governo federal, Partido Liberal (PL), Progressistas (PP) e Republicanos (PRB) foram os maiores beneficiários do troca-troca partidário, aumentando significativamente suas bancadas na Câmara, com reflexos em Assembleias Legislativas estaduais.   Com isso, Jair Bolsonaro consolida sua base congressual de sustentação, concentrando o Centrão em torno desses três partidos de adesão – apesar do papel adesista que ainda desempenham parcelas substanciais de MDB, PSD, PSDB e alguns partidos menores, fadados a desaparecer. Aliás, vale registrar que desapareceram seis agremiações nanicas com deputados eleitos em 2018. Com as novas regras eleitorais e partidárias, essa é uma tendência, o que aumenta a importância do crescimento desse núcleo duro do Centrão bolso